Brasil lidera ranking de energia eólica nas Américas ao lado de México e EUA


15/02/2019 | Postado por: WSI Events

O Brasil é um dos líderes na produção de energia eólica nas Américas ao lado dos Estados Unidos e do México, segundo dados recentes do Conselho Global de Energia Eólica (Global Wind Energy Council – GWEC). As Américas do Norte, Sul e Central responderam por 25% do total da capacidade instalada global dessa energia em 2018.

De acordo com o GWEC, a capacidade instalada total de energia eólica nas Américas teve um aumento de 12% em relação a 2017, totalizando 135 GW. A expectativa é que a procura por esse tipo de energia na região continue, e a organização prevê a adição de 60 GW em novas capacidades eólicas entre 2019 e 2023.

Brasil

Líder na América do Sul, o Brasil adicionou 2 GW de capacidade eólica à sua matriz energética em 2018 e leiloou capacidade desse tipo de energia a preços competitivos em nível global de U$ 20 por MWh.

A informação foi confirmada pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério das Minas e Energia, Reive Barros. Segundo ele, o Brasil tem hoje capacidade instalada de produção de energia eólica de 14,7 GW, com 85% desta produção na região Nordeste, com destaque para Piauí, Rio Grande do Norte e Bahia. “Isso representa, na matriz energética brasileira, cerca de 8% do total. A meta é que daqui a 10 anos este percentual suba para 13%”.

A expectativa para 2019 são dois leilões para implantar parques eólicos no país. Um no primeiro semestre, a ser implantado em quatro anos, e outro no segundo semestre, com prazo de implantação de seis anos. “Nossa meta para a energia eólica no Brasil é crescer 2,2% ao ano”.

Américas

Os dados mais recentes divulgados pelo GWEC mostram que em 2018 a capacidade instalada de energia eólica das três Américas foi de 11,9 GW – aumento de 12% em relação a 2017. Na América do Norte (Canadá e EUA), houve aumento de 10,8% na capacidade adicionada em relação a 2017. Já na América Latina, a adição de capacidades cresceu 18,7% em relação a 2017.

Por causa de sua forte característica ecológica, a geração de energia eólica contribui de forma significativa para ajudar os países a cumprirem com suas metas previstas em acordos internacionais sobre o clima. O crescimento desse tipo de energia é parte fundamental da solução para reduzir emissões de gases, fortalecer a segurança energética, reduzir custos e aumentar o investimento em economias locais.

De acordo com Karin Ohlenforst, diretora de Inteligência de Mercado do GWEC, “o crescimento da energia eólica na América do Sul, em particular, comprova como essa fonte energética é competitiva nos mercados de leilão”.

Por assessoria de imprensa com informações de Agência Brasil

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