Efeitos COVID-19


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A brusca reação do mercado financeiro e a agressiva precificação de diversos ativos a respeito das consequências do COVID-19 trouxeram um medo iminente de uma recessão global.

Uma pesquisa realizada pelo Google revela quais são os cenários possíveis de recuperação e se poderá haver algum impacto estrutural duradouro a respeito da crise que se desenrola.

Desafios

Startups tem um cenário desafiador do ponto de vista de financiamento: a crise está fazendo com que investidores procurem iniciativas mais seguras.

Adquirentes passam por um cenário turbulento uma vez que o comércio cai vertiginosamente com as determinações de isolamento por parte dos governos.

Empresas da construção também enfrentam este cenário, uma vez que se tornou mais difícil fazer visitações aos imóveis. A digitalização súbita e forçada também será desafiante. Algumas empresas têm capacidade digital, porém grande parte dos seus produtos ainda dependem de interação física.

Impactos na construção

Apesar de ainda não ser possível calcular qual será a exata dimensão dos impactos da pandemia no mercado imobiliário, é plausível observar algumas tendências que estão se mostrando.

Há incorporadoras adiando lançamentos de imóveis devido às incertezas causadas pela pandemia. Além de postergar obras, adiar lançamentos reflete em um custo relativamente significativo para as construtoras. Afinal, já foram realizados os investimentos com terreno e aprovação do projeto. Dessa maneira, analistas econômicos têm sido cautelosos ao recomendar o investimento em ações de construtoras.

Os fundos imobiliários também têm sentido o impacto negativo. Alguns deles, diante da pandemia, cortaram a distribuição de dividendos e suspenderam captações. Entre os motivos apontados estão o receio do impacto nos aluguéis.

É o caso de alguns fundos de shopping, por exemplo. Cerca de 95% dos shoppings brasileiros ainda estão fechados e espera-se, portanto, que haja impacto no pagamento dos aluguéis das lojas, com reflexos na distribuição de dividendos entre os acionistas.

Sendo assim, para profissionais do mercado de investimentos, as perdas que devem ocorrer agora, poderão ser revertidas no prazo de 12 meses ou até dois anos, o que não deixa de ser um alívio diante de uma crise tão gigantesca.

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